"Tiraram o bode da sala." Arthur Virgílio (PSDB-AM), após a representação contra ele ser arquivada no Senado.
O governador tucano de São Paulo, José Serra, articula com o Partido Verde a possibilidade de a senadora Marina Silva (AC) compor sua chapa, como candidata a vice-presidente, caso ela se filie mesmo ao PV. A aliança PSDB-PV chegou a ser discutida há meses, com Fernando Gabeira de vice, mas o sonho de Serra era ter alguém como Marina: mulher, negra, de origem pobre e heroína da causa ambiental.
Marina Dilma disse que quanto mais mulher, melhor. O PV e José Serra também acham isso, por isso buscam Marina Silva.
O governo do Acre finalmente tirou o nome da senadora Marina Silva da Biblioteca da Floresta. A lei proíbe vivos batizando prédios públicos.
Consta que a ex-secretária da Receita Lina Vieira tem na manga uma prova irrefutável do encontro com a ministra Dilma, que nega.
Felizmente, fica só na grande semelhança o presidente deposto Zé (laya) com o senador Zé (Sarney) jovem. Já imaginou se fosse filho?
Com a provável candidatura da senadora Marina Silva à presidência pelo PV, ganha força no Planalto a ideia de recolocar Ciro Gomes (PSB) no tabuleiro federal. Ele, acreditam os petistas, poderia fazer estrago para a candidatura de José Serra (PSDB), a exemplo do que Marina fará no PT. Com Ciro fora da disputa pelo governo de São Paulo, o favorito pelo PT é o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.
Na visita que fará a Lima, o presidente Lula vai reencontrar um velho amigo e entusiasta do governo: o embaixador do Brasil, Jorge Taunay.
As más línguas da internet dizem que a cantora britânica de pop dance Lady GaGa já tem seu Mr.GaGa. É o senador Paulo Duque.
O Banco Central anuncia este mês mudanças nos cartões de crédito: estímulo à concorrência e diferenciação de preço no comércio.
O ex-ministro Luiz Gushiken (Comunicação Social) reapareceu ontem em Brasília. Tomou café da manhã no hotel Meliá com o advogado Ari Bergher, o empresário Paulo Marinho, ex-diretor do Jornal do Brasil, e Carlos Daltro, funcionário da empreiteira OAS. A conversa foi longa.
Apesar da programação inclemente, a ministra Dilma Rousseff aprovou o trabalho do líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN), como coordenador de sua campanha presidencial no Rio Grande do Norte.
A Câmara fará "audiência pública" sobre a utilização de bases militares da Colômbia pelos EUA. Bobagem: trata-se de um ato de soberania e a tradição do Brasil é não se meter em assuntos de outros países.
Por pouco, muito pouco, pouco mesmo, esta sexta-feira não caiu num dia 13. E de agosto.
No início dos anos 1960, o então tenente-coronel Paulo César Castelo Branco tinha no batalhão um corneteiro, o "Brioso", alcoólatra e pau-mandado de um oficial de tradicional família cearense, das que resolvia tudo a bala. Castelo escondia a garrafa de cachaça num dia, repunha no outro, até que o corneteiro, que jamais desafinou, reclamou que "suas coisas sumiam" no serviço do tenente. Castelo foi rápido no gatilho:
- Brioso, estou preocupado. Tem um "cabra" rondando minha casa.
- Meu tenente, onde o senhor quer que eu enterre?, respondeu de chofre o corneteiro, briosamente esquecido do sumiço da cachaça.