Para evitar interpretações dúbias que impossibilitam a aplicação da Lei nº 15.080, de 4 de janeiro de 2010, que redefine os critérios de concessão da Gratificação de Desempenho e Produtividade Médica, o deputado Antônio Aguiar (PMDB) apresentou o Projeto de Lei n.º 45/10, aprovado na segunda-feira (29) na ALESC. A norma em vigor dispõe sobre a indenização pela aplicação de procedimentos especiais nos serviços médicos complementares de média e alta complexidade

Esta será a primeira vêz que você verá a foto de uma mulher nua nesta coluna. A agência de publicidade Butter, de Berlim, na Alemanha, criou, um calendário com mulheres em estilo pin-up para a empresa Eizo. Com uma diferença, contudo: no calendário, todas as imagens são feitas em raio X. Isso porque a Eizo é uma empresa que trabalha com imagens médicas em alta resolução para exames e diagnósticos, como o próprio raio X. A iniciativa do X-Ray Pin-Up Calendar é chamada de December pelos publicitários da Butter e foi criada com a intenção de ser uma campanha de marketing para a Eizo para divulgar o seu trabalho de forma atrativa e bem humorada. A ideia começou a circular na Alemanha no mês passado. Ajuda ao MST Vereador João Grein (PT) quer que a prefeitura preste serviços para beneficiar integrantes do Movimento dos Sem Terras (MST). Ele está solicitando que a prefeitura execute serviços de patrolamento e revestimento com pedra brita na entrada do acampamento do MST Terra Livre, às margens da SCT 280, na localidade de Valinhos.

De acordo com o blog da jornalista Leila Corediro, a Itália vai lutar contra a decisão da Corte Européia que decidiu que a presença de crucifixos em salas de aula viola o direito de liberdade religiosa. A decisão da Corte Européia de Direitos Humanos considerou unanimemente que a presença de símbolo de uma religião - como a cruz cristã - fere o direito dos pais de educarem seus filhos de acordo com suas convicções e o das crianças de acreditarem ou não.
Mas a Corte admitiu ouvir em janeiro a apelação da Itália contra a decisão. Dez outros governos europeus, parlamentres e organizacões não governamentais também se juntaram ao apelo da Itália. O caso vem desde 2001, quando uma mulher italiana, Soile Lautsi, entrou na Justiça dizendo que não concordava com a exibição de crucifixos na sala de aula de seus dois filhos e pleiteava uma indenização pelo prejuízo causado na formação das crianças. O sistema judicial italiano negou o pedido argumentado que a cruz era um símbolo da história e da cultura italiana.
O caso foi parar na Corte Européia que deu ganho de causa à mulher italiana que recebeu uma indenização equivalente a $7,400.00. A Corte Européia estendeu a decisão a todos os países da comunidade, mas o que se discute agora é se ela tem poderes para obrigar a Itália a retirar das paredes a imagem que representa Jesus na cruz. De qualquer maneira, a Igreja Católica e o governo italiano estão em pé de guerra e prometem lutar até o fim pela preservação das imagens do catolicismo nas salas de aula. E você o que acha sobre isso?
Um estudo da Universidade americana de Duke jogou um banho de água fria nas afirmações de que a Internet pode ajudar a criança a se sair melhor nos estudos. Segundo a pesquisa "o desempenho de pequenos internautas em provas de matemática e leitura é significantemente menor do que os que não tem acesso ao computador em casa". Apesar dos pais acreditarem piamente que o acesso à Internet abre portas para que seus filhos sejam mais bem informados, os pesquisadores afirmam que não é bem assim pois com o crescimento das redes sociais tipo Orkut, Twitter e Facebook, a maioria das crianças e adolescentes tem preferido usar o computador para socializar e jogar colocando as ferramentas de produtividade que vão realmente leva-los às informações, em terceiro plano!
Assembleia Legislativa de Santa Catarina recebeu durante a sessão ordinária desta tarde (30) o primeiro projeto de lei de iniciativa popular. A matéria prevê a implantação da Defensoria Pública no estado de acordo com o que está estabelecido pela Constituição Federal de 1988, e assegura direito à assistência jurídica integral e gratuita aos necessitados. A conquista é fruto de uma luta de lideranças sociais formada em 2006, que engajadas no Movimento pela Criação da Defensoria Catarinense recolheram durante este período 48 mil assinaturas que possibilitam a validade do projeto apresentado.