Mãe morre em casa e filho de 3 anos tenta acordá-la sozinho durante 2 dias.

A britânica Lydia Macdonald, de 28 anos, morreu depois de ter um ataque fatal de asma em casa.

REVISTA | Curiosidades-Humor
08 de Março, 2017 2.189

Publicado em: 08/03/2017 às 15:37

A britânica Lydia Macdonald, de 28 anos, morreu depois de ter um ataque fatal de asma em casa. Ela estava sozinha com o filho Mason, de 3. Só dois dias depois da morte, a criança foi achada ao lado do corpo da mãe. O garoto tinha ficado dois dias fechado dentro de casa om o cadáver da mãe. Ficou sem comer e sem beber, Sentindo falta de Lydia, uma amiga dela foi até a residência dela ver o que estava acontecendo. Achou Mason sentado próximo á mãe. Ele chorava e balbuciava, fraco e em choque: "Não consigo acordar minha mãe..."

Lydia sofria com ataques de asma. Estava com seu filho na casa onde viviam em Perth, cidade na região central da Escócia, quando começou a se sentir mal.

O ataque foi fatal: Lydia morreu na cama, segurando o inalador.

Mason, como contou depois, deitou-se ao lado dela. Era a única pessoa na casa.

Mason dormiu e, ao acordar, viu que a mãe continuava ali. Tentou acordá-la gritando e mexendo no corpo dela.

Só dois dias depois é que apareceu a amiga de Lydia, Jodi-Ann. Lydia não falara com ela havia quase três dias.

Jodi-Ann disse ter visto o menino chorando muito, desesperado. "Passou fome e sede ao lado da mãe morta", disse a amiga.

A mãe de Lydia, Linda Macdonald, de 58 anos, cuida agora do neto e relembra o episódio trágico: "Ele é um garoto forte. Ficou ao lado da mãe o tempo. Quando foi encontrado estava desidratado mas não sabia como ajudar a mãe e tinha esperanças de que ela 'acordasse' ainda" .

"Ele sobreviveu comendo apenas um pedaço de queijo que achou na geladeira. Foi o que o salvou", lembra a avó.

O drama que ele viveu com a mãe aconteceu em 2014. Como completa três anos, a avó de Mason, mãe de Lydia, decidiu lançar  uma campanha de conscientização sobre asma e atendimento a pacientes. A doença mata três pessoas todos os dias no Reino Unido, segundo o jornal britânico The Sun. "Espero que, contando a história de Lydia, consiga salvar ao menos uma vida. Já ficaria muito feliz".

Fonte: R7

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