Tentativas de assassinato do prefeito de Timbó Grande continuam sem solução

Planalto Norte
17 de Março, 2018 2.349

Publicado em: 17/03/2018 às 09:27

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO) ainda não concluiu as investigações que apuram a tentativas de assassinato do prefeito de Timbó Grande, Ari Galeski (PMDB). 

Galeski, que é natural de Canoinhas e irmão do vereador canoinhense, Célio Galeski, foi alvo de dois atentados em um intervalo de menos de uma semana. O primeiro atentado aconteceu no dia 1º de janeiro. A casa de Galeski foi alvo de pelo menos quatro tiros durante a madrugada. Ninguém ficou ferido. A Polícia Militar foi chamada ao local e fez buscas, mas ninguém foi preso. O autor dos disparos teria sido um homem em um moto. Um dos tiros acertou o quarto e a bala parou no colchão onde o prefeito dormia com sua esposa.

Os disparos, conforme foi constatado pela perícia, saíram de um revólver calibre 38. O caso agora é investigado pela Polícia Civil. Ainda não se sabe a motivação do crime.

Segundo Atentado

Depois de ter a casa atingida por tiros na madrugada de segunda-feira (1º), o prefeito levou um novo susto na sexta (5). Na mesma noite, ele registrou um boletim de ocorrência junto à Polícia Civil. Segundo Galeski, quando dirigia a 15 quilômetros da cidade pela SC-340 com a mulher e a filha de seis anos por volta das 21h30, observou um Siena branco parado ao fim de uma reta.

"Quando ele teve certeza de que era eu, saiu na frente em alta velocidade, mais de 180 km/h. Colei atrás para não deixar o carro se distanciar. Tive a impressão de que tomava distância para se posicionar e atirar possivelmente. Em alguns trechos, parecia tentar impedir minha ultrapassagem. Ficou claro que meu carro era um alvo. Então, entrei por uma estrada de chão onde mora um conhecido. Vi que o Siena parou onde havia várias motos estacionadas no escuro. Chamei a polícia e quando a viatura chegou, as motos e o carro se dispersaram", relatou.

Conforme o prefeito, não foi possível ver se o condutor do Siena estava armado.
 

GAECO

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO) foi acioado pela Promotoria do município Santa Cecília para investigar o caso. Por enquanto a Polícia Civil está coordenando as diligências e as 'suposições' levam a crer que se trata de ação de 'tentativa de crime à agente político', descartando relacionamentos de cunho pessoal, envolvendo o prefeito. 


Envie suas fotos ou notícias para o Portal! (47) 99636-3646