
Candidatos com estilos fora do convencional precisam tomar alguns cuidados a mais na hora de enfrentar um processo seletivo
Uma estrela na nuca, um símbolo chinês no braço, um pequeno brilho no nariz. Discretos ou chamativos, as tatuagens e piercings, antes vistos como sinais de rebeldia, hoje ganham adeptos em todo o Brasil.
Mas, além de conquistar principalmente o público jovem, essa moda também invadiu os meios corporativos causando muitas polêmicas.
Em profissões menos formais como publicidade, esse visual pode ser bem-vindo. Já em áreas com perfil mais centrado como hospitais, escritórios de advocacia e bancos é normal encontrar resistência em relação ao estilo desses profissionais.
Um dos motivos é o zelo da maioria das empresas por sua imagem, representada principalmente pelo colaborador. “Para quem lida diretamente com o público, é importante manter uma boa apresentação, evitando modificações na aparência natural”, diz a analista de RH do Cedep – Centro de Desenvolvimento Profissional, Liane Holzhacker.
Muitas companhias não divulgam a proibição do uso de acessórios, porém esse critério pode ser usado no momento da contratação. Segundo especialistas de recursos humanos, quando for procurar um estágio, o jovem deve usar o bom senso.
“É preciso decidir entre adaptar-se ao ambiente de trabalho ou procurar uma oportunidade adequada ao seu estilo”, afirma a coordenadora de recrutamento e seleção do Nube, Evelyn Lemos.
A dica foi dada. Lembre-se: Tão importante quanto estar na moda é ficar no mercado de trabalho.
25/06/08 - 09h24min
Fonte: Portal de Canoinhas