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Acusado de homicídio é condenado a 12 anos de prisão

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Juri aconteceu ontem no Fórum de Canoinhas

 

O réu Izaias Granza foi condenado ontem pelo Tribunal do Juri popular de Canoinhas a cumprir uma pena de 12 de reclusão em regime fechado pela morte de seu desafeto Adinor José Vaz.

 

O crime ocorreu no dia 4 de novembro de 2006, por volta das 20h15. O réu, juntamente com seu irmão João Paulo Granza dirigiram-se até a morada da vítima Adinor José Vaz (o primeiro portando uma arma de fogo), situada na rua Miguel Schiessl Sobrinho, Bairro Campo da Água Verde, quando se iniciou uma discussão entre familiares da vítima, vítima,denunciados e familiares dos denunciados.

 

Ocorreu que o denunciado Izaias Granza, em determinado momento, sacou de sua arma de fogo, e com nítido propósito homicida, efetuou diversos disparos contra a vítima, inclusive alvejando-o pelas costas.

 

Na mesma oportunidade, o co-denunciado João Paulo Granza, ainda desferiu um violento golpe contra a cabeça da vítima que acabava de cair ao solo, sem poder esboçar qualquer reação.

 

Segundo o processo, após o crime, Izaias chegou a fugir para outra cidade. A Justiça decretou sua prisão preventiva e ele acabou sendo preso em setembro de 2007 na cidade de Jaraguá do Sul.

 

O crime começou a ser julgado no início deste ano, porém o júri popular teve que ser anulado, já que um dos jurados acabou manifestando seu voto antes do momento adequado. No júri realizado ontem, os jurados decidiram por maioria dos votos condenar o réu pelo crime de homicídio qualificado.

 

A juíza Alessandra Menegatti determinou uma pena de 12 anos de reclusão em regime fechado, e não concedeu o direito do réu recorrer da decisão em liberdade, pois segundo a magistrada, sua prisão cautelar é necessária para acautelar o meio social e a própria credibilidade da justiça frente à gravidade e repercussão do crime, bem como para garantir a aplicação da lei penal, pois o réu fugiu durante toda a instrução processual na primeira fase do procedimento.

 

Atuou na acusação o promotor Alan Boettgger e na defesa do réu o advogado Paulo Sergio Stocker. O outro réu no processo, João Paulo Granza deverá também ser julgado em breve.

 

02/06/09 - 00h40min

Fonte: TJSC



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